Musica – 1995 – Coimbra

“A música doce, encanta-me,
Música calma, entristece-me.
Mágoas passadas, doridas…
Escondo-me por entre letras…
Nada mais me resta,
Senão este torpor invisível
Debatendo-se no meu corpo,
Procurando a tua alma…
Encontrarei? Não sei…
Mas prometo-te algo:
Não mais te procuro.
Encontra-me se queres.
Se me chamavas, não ouvi.
Mas senti! Onde estás?
Diz-me! Sofro, preciso…
Encontra-me e abraça-me…
Só isso peço, nada mais.
Um abraço teu, doce…
E na calma serei
Tua metade de sonho…”

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